Milagres de fevereiro

Nos primeiros dias deste mês de fevereiro passei por algumas experiências que confirmam um dos versos de Caetano Veloso de que mais gosto: “quem é ateu e viu milagres como eu”.  Foram dias realmente miraculosos, esses dias de fevereiro na Bahia. Tudo começou quando Carmem e eu finalmente decidimos viajar para a Bahia a tempo […]

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Adeus, 2017!

Parece que finalmente 2017 tá acabando, né? Para mim, foi um ano que poderia ser resumido num verso de uma canção de Fito Páez, chamada “Zamba del cielo“: “La vida es este río de maravillas y de dolor” Digo isso porque esse foi um ano cheio de coisa muito legais e coisa muitos ruins. Vou […]

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Cinderela tamanho GG

Não sei se já contei aqui, mas calço sapatos de numeração entre o 40 e o 42 (depende da fôrma). Ok, alguns parágrafos de silêncio para as piadinhas sobre tamanho do pé e preferências sexuais: § § § Pronto? Passou? Continuemos. Num post anterior (aqui), expliquei que, sendo uma mulher grande (leia-se alta e gorda), […]

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Ceci n’est pas une pipe 

Durante muitos anos comecei minhas aulas, no início do semestre, no primeiro ano de Letras, com essa imagem já tão conhecida de René Magritte: Os alunos, inicialmente, ficavam tentados a achar outras imagens no quadro, pra justificar a frase “isto não é um cachimbo”. Felizmente essa fase durava pouco e sempre alguém tinha aquele momento […]

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Cheiro de mexerica

Dia desses comprei algumas mexericas. Estavam saborosas, suculentas, cheirosas. Enquanto comia uma delas, fiquei pensando bobagens: como era incrível poder ter ali na mão um gominho cheio de suco de tangerina, fresquinho, pronto pra ser consumido, sem grande dificuldade. Tá, eu sei que tem gente comprando mexerica já descascada, pra facilitar o serviço e evitar […]

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Com três mulheres, na Índia

Terminamos agora em fevereiro uma viagem de três semanas pela Índia e pelo Nepal. Foram dias muito intensos, com experiências que nunca vamos esquecer, tenho certeza. Eu tinha muita vontade de conhecer a Índia, um desejo alimentado, no fundo, por 3 mulheres que me marcaram de alguma maneira. A primeira delas, claro, é Cecília Meireles. […]

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